Participar de um evento já é importante. Criar um ambiente onde conversas estratégicas realmente acontecem é outra história. O C2S Conecta nasceu exatamente com esse propósito.
O primeiro C2S Conecta marcou o início desse movimento. Realizado pela equipe de marketing do C2S, o encontro aconteceu no dia 22 de janeiro, no escritório do C2S, em São Paulo, e teve como foco inicial o setor automotivo. Para essa estreia, foram selecionados cerca de 20 gestores e donos de lojas de veículos, em um formato exclusivo, de alta interação e totalmente voltado à prática.
Desde o início, a proposta foi clara: sair do modelo tradicional de palestras longas e plateias passivas para construir um encontro vivo, próximo e focado no que realmente muda a operação das empresas. O tema central foi um só e urgente: Inteligência Artificial aplicada ao dia a dia dos negócios.
Um evento pensado para gerar valor de verdade
O C2S Conecta foi desenhado com um foco muito claro: educar o mercado sobre usos práticos de IA, mostrar o que já está funcionando na rotina das empresas e abrir espaço para trocas reais entre quem vive os mesmos desafios.
Mais do que apresentar conceitos, o encontro trouxe:
- Panorama do uso da Inteligência Artificial no Brasil
- Aplicações práticas de IA na operação comercial
- Discussão aberta sobre dores que hoje geram perda de vendas
- Exemplos reais de como a tecnologia reduz falhas de atendimento e aumenta conversão
- Conversa direta sobre o presente e o futuro do mercado
Tudo isso em um clima propositalmente informal, colaborativo e direto ao ponto.
O grande diferencial: o formato
O C2S Conecta não foi construído para ser um palco. Foi construído para ser uma mesa de conversa ampliada.
Enquanto muitos eventos priorizam apresentações extensas, aqui a proposta foi outra:
- Troca real entre gestores
- Debate aberto sobre desafios atuais
- Dinâmicas interativas para discutir cenários da operação
- Co-construção de soluções a partir de exemplos práticos
- Participação ativa dos CEOs do C2S nas conversas
Esse formato fez com que o conteúdo não ficasse restrito a quem estava com o microfone. As experiências vieram de todos os lados: de quem lidera equipes comerciais, de quem vive o atendimento na ponta e de quem já está aplicando IA na prática.
O resultado foi um ambiente onde ninguém estava ali apenas para assistir, todos estavam ali para contribuir.

IA na prática: o que mais chamou atenção
Ao longo das palestras, discussões e trocas, um ponto ficou evidente: a maior perda de vendas hoje não está na falta de oportunidade, mas nas falhas de execução.
Entre os principais insights debatidos:
- O impacto direto do tempo de resposta na conversão
- Como a falta de padrão de atendimento esfria leads qualificados
- O quanto tarefas operacionais ainda consomem o tempo de quem deveria estar vendendo
- A dificuldade de manter consistência em follow-ups manuais
A Inteligência Artificial apareceu como suporte para esses gargalos reais, assumindo tarefas repetitivas, organizando dados, apoiando análises e liberando o time para o que realmente exige presença humana: relacionamento, negociação e estratégia. Não se falou de IA como substituição. Falou-se de IA como estrutura de apoio para vender melhor.

Conteúdo que conectou tecnologia e operação
Um dos pontos mais valorizados pelos participantes foi a forma como a conversa saiu do discurso genérico e entrou na operação do dia a dia:
- Como usar IA para organizar atendimento
- Como reduzir falhas de comunicação
- Como ganhar previsibilidade nos números
- Como transformar dados em decisão prática
O debate mostrou que tecnologia só faz sentido quando melhora a rotina, reduz desperdícios e dá clareza para a gestão. Esse alinhamento entre tecnologia, processo e resultado foi um dos eixos centrais do encontro.

Networking que gerou conversa, não só troca de cartões
Com um grupo enxuto e altamente qualificado, o networking deixou de ser superficial. As conversas foram longas, profundas e focadas em realidade.
Gestores compartilharam desafios, estratégias, erros, acertos e aprendizados. Surgiram conexões espontâneas, indicações naturais e trocas que continuam além do evento.
O C2S Conecta mostrou que, quando o ambiente é certo, o networking acontece como consequência, não como obrigação.

O que o primeiro C2S Conecta provou
O encontro deixou alguns aprendizados claros: o mercado quer conversar sobre aplicação, não apenas sobre tendência. Eventos menores, com mais interação, geram mais valor do que grandes plateias passivas. A Inteligência Artificial já é parte da operação, a diferença está em como cada empresa escolhe usar. Quando conteúdo, troca e prática se encontram, o impacto ultrapassa o evento.
O C2S Conecta não foi apenas um evento. Foi o início de um movimento de conversas mais maduras sobre tecnologia, operação e resultado. E esse foi só o primeiro.



